A marca Barack Obama

Instagram, Pinterest e loja virtual unidos aos ainda mais valorizados Facebook, Twitter, Google+ e Youtube.

Inegavelmente, na última década, a Internet tornou-se importante para política, vide a chegada de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos em 2008, otimizando o uso das mídias sociais e utilizando a Internet como meio principal de engajamento dos eleitores. Obama revolucionou o mundo político ao arrecadar mais de US$ 5 bilhões em doações pequenas feitas via online.

Campanha Obama 2012

Campanha Obama 2012

Em 2012, o Facebook seguirá sendo uma das plataformas mais utilizadas, em conjunto com Twitter, Google+,Youtube e agora Instagram e Pinterest. Vale destacar que ao seguir a página oficial de Obama no Facebook, por exemplo, para acompanhar a agenda da campanha, reuniões, discursos, fotos e vídeos, o internauta automaticamente transfere informações como: idade, localização, escolaridade e profissão.

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Cauda Longa – um conceito que você deve entender

Em uma única frase, é possível definir Cauda Longa como sendo a transformação do mercado de massa, dominado por poucos, para um pulverizado mercado de inúmeros nichos. Conceito observado principalmente em empresas que utilizam a Internet para alavancar suas vendas.

Quando entrevistado por Guilherme Ravache (revista ÉPOCA), Chris Anderson*, idealizador do conceito, respondeu que:

A teoria da Cauda Longa diz que nossa cultura e economia estão mudando do foco de um relativo pequeno número de ‘hits’ (produtos que vendem muito no grande mercado) no topo da curva de demanda, para um grande número de nichos na cauda. Como o custo de produção e distribuição caiu, especialmente nas transações online, agora é menos necessário massificar produtos em um único formato e tamanho para consumidores. Em uma era sem problema de espaço nas prateleiras e sem gargalos de distribuição, produtos e serviços segmentados podem ser economicamente tão atrativos quanto produtos de massa.

Chris Anderson (Foto: Wikipedia)

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Twitter e o pós-eleições, uma breve análise

Enquanto Dilma abandonou a plataforma, Serra segue twittando.

Segundo pesquisa do Ibope Nielsen Online, 25% dos eleitores fazem uso da internet cotidianamente. Entre os eleitores internautas, os candidatos Dilma Rousseff e José Serra mantiveram-se empatados até meados de agosto de 2010. Embora a partir deste ponto a candidata petista tenha aberto vantagem sobre seu principal adversário, a diferença se manteve num patamar muito menor que o observado no eleitorado como um todo. Portanto, essa pesquisa indica que entre os eleitores com uso diário da rede, a disputa eleitoral pela Presidência em 2010 foi mais competitiva que entre os eleitores não-conectados.

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Raio X de seu #twitter

Por Gabriel Flores (@Gabriel_Flores_)

Já postei aqui o artigo “Relacionamento na era das descrenças“, baseado num capítulo do livro Google Marketing, de Conrado Adolpho (@conradoadolpho), e agora encontrei neste mesmo livro uma “baita” dica (tchê), o TweetStats.

É evidente que saber se você usa seu twitter corretamente (ou da melhor maneira) é uma boa ideia, pela simples lógica de, geralmente, quando se deseja informar algo nas Redes Sociais, tem-se a intenção de divulgar para o maior número de pessoas, visto que, assim, a mensagem será repassada em maior número através do RT (retweet). Destaco esse post da Mídia Boom, Qual melhor momento para Twittar?, de Chico Montenegro (@srchico), que reúne diferentes opiniões e pesquisas sobre qual é o melhor dia e horário.

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Qual a previsão mais furada da história? Não sei

Por Gabriel Flores (@Gabriel_Flores_)

Tome cuidado com o que você ouve por aí!

Certo dia, na aula de Pensamento Estratégico…o professor relembrou algumas das previsões mais furadas da história.

Lembre-se que falar depois é fácil, já que até Einstein caiu nessa.

A relação original (em inglês) com mais de 80 frases você encontra em 2Spare.

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Relacionamento na era das descrenças

Por Gabriel Flores (@Gabriel_Flores_)

Estamos na época do relacionamento, momento de personalizar a comunicação, os produtos, serviços e criar um laço emocional com consumidores de modo que estes escolham a empresa pelo coração, não pelo produto ou preço.

Hoje em dia, a maior parte do tempo gasto na internet é para comunicação, informação, entretenimento e interatividade, o resto é consequência disso. Portanto, as empresas precisam pensar nesses aspectos para atrair o seu cliente.

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Excelência, liderança, inovação. Veja o que Tom Peters defende

Por Gabriel Flores (@Gabriel_Flores_)

“Os líderes não podem estar em um dia ruim, principalmente nos dias ruins”. Essa ideia, assim como outras frases de efeito, Tom Peters falou na entrevista que concedeu a Marina Iwakura, da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.  Neste post, trago os principais pontos da entrevista.

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O efeito das cores no cérebro humano – pensando no neuromarketing

Por @Gabriel_Flores_

Apesar de estar em estado inicial de estudo, especialistas acreditam no potencial do neuromarketing para revolucionar a maneira como as marcas, produtos e serviços se relacionam com o seu público. Nesse sentido, as pequenas e médias empresas podem se beneficiar dessas iniciativas e planejar mudanças para atingir o seu consumidor. Achei muito interessante um estudo realizado pelo especialista Alex Born, que, através dos resultados de seus experimentos, mapeou como o cérebro reage a cada cor.

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Trem-bala no Brasil – você concorda? Veja o que os presidenciáveis pensam a respeito

Por @Gabriel_Flores_

“Ao ler uma reportagem do @portalexame (http://bit.ly/cmgakB – Alexa Salomão), achei pertinente trazer neste post os seus principais pontos, a fim de discutir a viabilidade do badalado trem-bala para o trajeto RIO-SP. Assunto este, que vem gerando polêmica e fazendo parte das discussões eleitorais do momento, principalmente pelo fato de ser uma obra caríssima e seu custo-benefício discutível”.

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Os ciclos do consumo

Por @Gabriel_Flores_

Apesar da população brasileira representar apenas 15% do total de chineses, o tamanho do mercado consumidor aqui é mais da metade do observado na China” (Revista EXAME).

Ao ler uma reportagem da revista Exame, edição 972, páginas 20-29, gostei de uma visão acerca dos ciclos de consumo e tendências do consumidor brasileiro. Neste post, trago um resumo, porém acho interessante ler toda a reportagem.

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